Património Arquitetura e Engenharia Civil

 
Casa onde Nasceu Manuel Teixeira Gomes 
CMTGOMES INICIO 
Imóvel de Interesse Municipal - Deliberação Camarária Nº.58/07, de 18-01-2007
 
Edifício onde nasceu o ilustre escritor portimonense Manuel Teixeira Gomes, Presidente da República Portuguesa entre 1923 e 1925.  
 
Palácio Bívar
PALÁCIO BIVAR INICIO 
Sem proteção legal
 
Dos edifícios civis destaca-se o Palácio Bívar, construído no Largo do Sapal (atual Largo 1º de maio), na última década do século XVIII, com traça neoclássica e reminiscências barrocas. Pertencia à influente família Bívar, promotora de vários melhoramentos na terra, encontrando-se atualmente instalada no edifício, a Câmara Municipal de Portimão.
Palácio Sárrea Sem proteção legal
Palacete de estilo neoclássico, com reminiscências barrocas, construído nos finais do séc. XVIII. Sofreu uma intervenção recente, tendo sido reabilitado para acolher desde 2008, o TEMPO – Teatro Municipal de Portimão.  
 
Palacete Sárrea Garfías 
Palacete Sárrea Garfías
 
Palacete de estilo neoclássico, com reminiscências barrocas que datam do século XVII. Defronte, construído posteriormente, porém organizado e ordenado de harmonia com a fachada deste solar, encontra-se o Jardim 1º de Dezembro {concluído em 1931} com uma escadaria ladeada ao topo por duas estatuetas em estilo Arte Nova. A reabilitação do antigo Palacete para Teatro Municipal, foi realizada ao nível do interior do edifício, procurando salvaguardar o património do antigo espaço no que toca a fachadas, coberturas e lanternins.
O projeto geral, foi da autoria do arquiteto Trufa Real. Já a arquitetura de interiores esteve a cargo do ateliê Daciano da Costa. 
 
Fábrica Feu/Museu de Portimão 
MUSEU INICIO 
Sem proteção legal
 
Ao lado do Convento de S. Francisco, situa-se uma das mais antigas fábricas de conservas de peixe de Portimão, cuja atividade se iniciou em 1902. Reconhecendo a importância da indústria de conservas de peixe no contexto de desenvolvimento económico e social local e enquanto parcela fundamental do património industrial e da memória coletiva local, o município de Portimão adquiriu em 1996, a fábrica de Feu, com vista ao seu reaproveitamento como Museu O programa museológico para a fábrica pretende refletir sobre a identidade, o território e a sociedade do deste Município e desta região, estando a história local, vida industrial e o desafio do mar naturalmente presentes como núcleos específicos da forte ligação à cultura marítima.  
 
Guindaste “Marion 2” 
GUINDASTE MARION2 INICIO 
Sem proteção legal
 
O guindaste “Marion 2”, atualmente inativo no cais, pertencente ao Museu de Portimão, surgiu na paisagem ribeirinha de Portimão, a partir de 1948, conjuntamente com o “Marion 1”, entretanto já desmontado e retirado do local. Sendo parte integrante do património industrial local, este guindaste veio substituir o antigo modelo a vapor e representou um importante meio auxiliar de apoio ao intenso movimento comercial e industrial da região, que o cais de Portimão servia.  
 
Ponte Rodoviária 
PONTE VELHA INICIO 
Sem proteção legal
 
No último quartel do século XIX, a zona ribeirinha vê transformada a sua paisagem com a construção de um aterro no rio iniciado em 1863, com vista à introdução da ponte rodoviária, construída pela companhia  francesa Five Lille, sob a direção do engenheiro Bonnet. Iniciada em janeiro de 1875 e concluída em abril de 1876, a sua construção conjuntamente com a vizinha ponte ferroviária, é um bom exemplo da arquitetura do ferro, no Algarve, tendo orçado na época 179.946$00. O longo tabuleiro de mais de 300 metros de comprido e 6 de largura, inicialmente de madeira de carvalho, ligando as duas margens do Arade, veio pôr cobro ao obstáculo natural que era a travessia do rio, facilitando assim a circulação e o escoamento das mercadorias provenientes do mar e do interior, permitindo igualmente a continuação da ligação da estrada do litorial algarvio, entre Sagres e Vila Real de Santo António Antes da construção das duas pontes, a travessia das margens do Arade efetuava-se através de uma barca, a partir do local, hoje designado por Largo da Barca, junto à ponte rodoviária, atualmente funcionando como um dos locais mais característicos da zona ribeirinha, onde se instalaram vários restaurantes de peixe assado. A barca transportava pessoas e mercadorias e a sua atividade terminou com a construção da ponte. A ponte rodoviária era uma velha pretensão dos portimonenses, pois a então Vila Nova de Portimão, assumia-se cada vez mais como centro comercial e um polo industrial central, da bacia do Arade.  
 
Ponte Ferroviária 
PONTE RODOVIÁRIA INICIO 
Sem proteção legal
 
A ponte ferroviária metálica foi construída entre 1915 e 1919, pela Empresa Industrial Portuguesa, medindo 300 m de comprimento e composta por 6 tramos dotados de vigas em arco de ferro, assente em pilares de cantaria. A sua inauguração em 30 de julho de 1922, veio permitir o prolongamento do ramal do caminho de ferro, de Tunes até Lagos.  
 
Molhes 
MOLHE PTM INICIO 
Sem proteccão Legal
 
A partir de 1929 o porto de Portimão entra numa fase ativa de melhoramentos, e dragagens, de forma a incrementar o acesso e o movimento dos navios de pesca e de pequena cabotagem. Em 1956, constroem-se os dois molhes na entrada na barra, do lado de Ferragudo e da Praia da Rocha, tornando-a uma das mais seguras do país.  
 
 
Palácio Abreu 
PalácioAbreu 
 
Edifício de dois pisos com janelas de sacada no registo superior da fachada principal, rematadas por cornija. As paredes do interior do edifício apresentam uma interessante pintura em marmoreado. Edifício da antiga Junta de Freguesia. Este imóvel acolhe atualmente os serviços da biblioteca de Alvor.